"— Aqui, — ele falou empurrando a pele sobre o meu peito, — Você é dez graus abaixo de zero. E você está mais perto da morte do que eu."

Meu nome é Parker. Meu corpo é marcado por cicatrizes de um ataque que eu não me lembro. Não quero lembrar. Escolho viver a vida através de observação, não experiência. Enquanto as pessoas estão se beijando, rindo e se conectando, eu estou no canto. Observando-as viver. Sou indiferente a tudo e a todos. A única emoção que eu sinto com algum tipo de profundidade é irritação e sinto com frequência.
Uma mensagem de texto enviada para o número errado prova ser a minha ruína.


O nome dele é Everett, mas eu o chamo de rude. Ele é mandão, arrogante, invade meu espaço pessoal e o pior de tudo: ele me faz sentir.
Ele escolhe vestir apenas preto. E está passando seus últimos dias vivendo, vivendo de verdade. E fazendo isso, ele me força a sentir, curar. Encarar os demônios que suprimi da memória.
Ele me machuca, preenche, completa. E ainda assim, está morrendo.


Resenhas Skoob: https://www.skoob.com.br/livro/resenhas/411154/edicao:466759
*único


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